E
aí, começou o “desespero”. Após ser apresentada em sala a proposta do que seria o
Opus Universitário, o primeiro momento foi um tanto quanto desesperador. O que
fazer? Como fazer? Onde fazer? Com quem fazer? Definir que causa trabalhar não
foi uma escolha nada fácil. Ao nos depararmos com tantas ONG's com temas
polêmicos e atualmente presente nas mídias, resolvemos arriscar com um tema muito
pouco conhecido, e quase nada explorado no Brasil. Num primeiro momento, a
ideia era trabalhar com idosos. Como não conseguimos, partimos para assuntos
que rodeavam esse público. Foi então que descobrimos a Asparmig (Associação de
Parkinsonianos de Minas Gerais).
Ao conhecermos Janete, coordenadora e criadora da nossa ONG
escolhida, fomos surpreendidos primeiramente pelo seu carisma e prontidão para
nos atender. Segundo ela, nosso contato “caiu do céu”, pois era de divulgação
que ela estava correndo atrás. Mais que isso, numa primeira reunião de mais de
2h de conversa, nos tornamos quase especialistas na doença, o que fez com que
tivéssemos um briefing bastante rico de informações, e então era só "colocarmos a mão na massa” da
nossa campanha.
Enquanto esperávamos Janete chegar para nossa reunião, com os ânimos aflorados, aguardamos Janete por um bom tempo na porta da faculdade com essa plaquinha, uma vez que só fizemos contato por telefone e não sabíamos como ela era fisicamente.
Janete nos apresentou a doença, o e nos fez entender como é
a posição do portador diante da sociedade em relação a doença de Parkinson, uma
vez que Janete também é uma portadora da doença de Parkinson há 3 anos.
Surgindo daí, seu trabalho vem de forma intensa e muito profissional. Assim,
Janete nos fez criar um interesse muito grande e uma vontade ainda maior de
abraçar essa causa e fazer algo responsável e especial, nos criando uma grande
expectativa!
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